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E a Palavra do Ano de 2018 é …

Este ano a palavra destacada foi ‘enfermeiro’ Há dez anos que a Porto Editora escolhe uma palavra que tenha sido marcante.

Ao longo de uma década que a Porto Editora elege uma palavra que reflita as preocupações coletivas e que são difundidas e ouvidas várias vezes ao longo desse ano nos meios de comunicação social.

A Palavra do Ano de 2018 é… ‘enfermeiro’.

A palavra ‘enfermeiro’ ganhou com uma percentagem de 37,8% dos votos. Em segundo lugar ficou ‘professor’ com 33,4%, uma palavra a que a Porto Editora quis dar uma menção honrosa pela curta distância a que ficou da vitória.

Até 31 de dezembro de 2018 foram dez as palavras candidatas que estiveram a votação. ‘Enfermeiro’, ‘professor’ e ’toupeira’ lideraram as escolhas dos portugueses com 226 mil votos.

“Por um lado, pela força dos acontecimentos ocorridos ao longo deste ano, com grande cobertura noticiosa e impacto na opinião pública, como ainda por estes dias se verificou. Por outro lado, pela relevância social que aquelas palavras transportam, tratando-se ora de classes profissionais (enfermeiros e professores) ora de uma polémica envolvendo futebol e justiça”, justificou Paulo Rebelo Gonçalves da Porto Editora à agência Lusa.

As restantes candidatas eram: ‘Privacidade’, ‘assédio’, ‘populismo’, ‘extremismo’, ‘paiol’, ‘sexismo’ e ‘especulação’.

O ano passado, a Palavra do Ano escolhida foi ‘incêndios’, numa votação em que participaram 30.000 internautas, devido aos “sucessivos incêndios” que se fizeram sentir durante o ano passado em todo o país.

Pela primeira vez em dez anos, o anúncio oficial da Palavra do Ano aconteceu na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto, numa sessão aberta à população, e que teve como convidados especiais o escritor Valter Hugo Mãe, a professora universitária Felisbela Lopes e o radialista Fernando Alvim.

A iniciativa realiza-se desde 2009, quando um grupo de linguistas desta entidade, elegeu ‘esmiuçar’ como palavra do ano, a palavra popularizada pelo programa televisivo de humor ‘Gato Fedorento’, e que se tornou um vocábulo recorrente desde o verão desse ano.

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