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Jornalista estrangeiro crítica vários pontos turísticos e aponta Portugal

Evitar os locais mais turísticos pela quantidade de gente que lá se encontra e impede de ver o locais turístico em questão e lhe tira a magia. Já aconteceu a muitos de nós.

Há quem não se importe de ir aos locais mais emblemáticos de cada cidade por onde passa nem não prescinde aqueles onde sabe que vai ter de esperar horas na fila e não ver o ponto em questão devidamente pela quantidade de gente que lá se encontra. Outros, preferem conhecer algum habitante local e pedir que o leve aos sítios onde os turistas não chegam mas que refletem verdadeiramente a realidade do local visitando.

Como exemplo mais comum do primeiro caso descrito, fala-se comummente do quadro da Mona Lisa, no Louvre, pela pequena dimensão da obra de Leonardo da Vinci bem como pelo mar de gente que tira fotos ao quadro e (tentativas de) selfies com a Mona Lisa. Mas há muitos outros casos além deste.

Harrison Jacobs, repórter do americano Business Insider viajou por seis meses, tendo passado por mais de 12 países de onde guarda as memórias de muitas aventuras. Na recordação ficam também os momentos de desilusão que sentiu relativamente a vários pontos turísticos que visitou, entre os quais, a livraria Lello, na baixa do Porto.

Ponto emblemático da Invicta, de passagem obrigatória a quem visita a cidade, a pequena livraria marca mais pela sua arquitetura e decoração do que propriamente pelos livros que vende. Diz-se que foi lá que J.K. Rowling, autora da saga Harry Potter, se inspirou para o filme, durante o tempo que deu aulas na Universidade do Porto. Além disso, é uma das livrarias mais antigas do Porto.

Embora o repórter reconheça que o turismo em Portugal está a crescer no bom sentido, a multidão de gente torna este local impossível de se ver, mexer ou tirar uma boa foto. “A não ser que visite Portugal durante o inverno, não espere encontrar a livraria como a que vê em fotos do espaço”, diz Jacobs.

A par da livraria no Porto, o repórter aponta também outros pontos turísticos como o hotel de cápsulas em Hong Kong, o mais conhecido rooftop do mundo, com uma grande piscina infinita no Marina Bay Sands, em Singapura ou a montanha na China que é considerada a mais perigosa para se escalar e que Jacobs mal conseguiu ver pela enorme fila de turistas.

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