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O espectáculo abençoado dos Dead Combo no Brasil

Sons portugueses marcaram a abertura do Mimo Festival em Olinda, no Brasil. O festival, que está a celebrar 15 anos de vida, abriu sexta-feira à noite com os Dead Combo.

Uma monumental chuvada apadrinhou a entrada em palco e início de atuação dos Dead Combo na primeira noite do festival Mimo, em Olinda. Chuva tropical com 27 graus às onze da noite que não fez o público arredar pé da Praça do Carmo, onde está instalado o palco maior principal.

A abertura oficial já tinha acontecido algumas horas antes, na Igreja da Sé, com Hermeto Pascoal e o seu grupo e o programa de música passou então para o palco maior com Dead Combo e o veterano Tom Zé no cartaz.

Apesar da chuvada, Tó Trips e companhia continuaram a desfilar as músicas da banda de Odeon Hotel, com a sonoridade única da guitarra elétrica, que faz sempre soar a alma e a nostalgia portuguesa pelos palcos onde passa.

Os Dead Combo de regresso ao Brasil, agora com banda e sem Pedro Gonçalves, que por doença ficou em Portugal, num cenário bem diferente da primeira experiência brasileira que ficou marcada por uma atuação para poucas pessoas.

Agora foi uma praça cheia que assistiu à atuação dos portugueses a iniciar a festa de 15 anos do festival Mimo, em Olinda, os Dead Combo que ainda vão fazer um workshop para o público, este sábado, em Recife, e que depois seguem para outras aventuras no México.

O Mimo, em Olinda, prossegue com nomes tão diferentes da música do Brasil como Egberto Gismonti ou Emicida, sons de outras geografias como os palestinianos 47 Soul, entre outras bandas que vão atuar nos diferentes espaços, e ainda com o Festival de Cinema, o Programa Educativo com workshops, o Fórum de Ideias e a Chuva de Poesia.

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